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Eleicao Dentro do programa Papo Político, a rádio CBN Goiânia (97,1 FM) promove de 7 a 11 de junho, a partir das 9h40, uma série de entrevistas com os cinco pré-candidatos ao governo de Goiás, na seguinte ordem definida por sorteio: Vanderlan Cardoso (PR), Iris Rezende (PMDB), Ênio Tatico (PRP), Marconi Perillo (PSDB) e Washington Fraga (PSOL). Os internautas podem participar enviando perguntas e comentários através desta página (na sessão comentários), da rede social Twitter (twitter.com/cbngoiania) e do e-mail cbngoiania@ojc.com.br. Eleição 2010Sexta-feira - 11/06/2010 - 16:39
Washington Fraga critica endividamente da Celg Pré-candidato do PSOL também defende uma candidatura de ideologia divergente
O sindicalista Washington Fraga (PSOL) encerrou, nesta sexta-feira (11), a série de entrevistas que a CBN realizou com os pré-candidatos ao governo de Goiás. Ele ressaltou que possui uma campanha de ideologia divergente dos atuais pré-candidatos e fez críticas ao endividamento da Celg. Funcionário da Saneago e atual presidente do sindicato dos servidores do órgão, Fraga participa há cerca de 30 anos de diversos movimentos sociais, mas só há cinco anos iniciou militância partidária. O sindicalista define seu projeto de governo como ideologicamente contrário ao dos partidos de maior visibilidade. "Nossa proposta é totalmente diferente dos que dominam Goiás há 28 anos", compara. O pré-candidato criticou os governos anteriores e o atual por defenderem apenas os interesses do "grande capital" - que ele classificou como grandes latifundiários e empreiteiras. "O Estado atual tem infraestrutura, saúde e educação sucateados e favorece somente quem não precisa", resume. Como mudança, ele propõe a diminuição dos atuais subsídios fornecidos à instalação de indústrias em Goiás. Ainda sobre essa questão ele acredita que a renúncia fiscal tem se mostrado onerosa às contas e ao orçamento do Estado que, inclusive, teria um discurso incoerente. "Recentemente, o ex-secretário da fazenda (Jorcelino Braga) disse que fechava a contabilidade do estado 'à marreta'", disse, ao argumentar que o atual governo anuncia saldo positivo trazido pelas novas indústrias aqui instaladas ao mesmo tempo em que lamenta a falta de recursos para investir em infraestrutura. O pré-candidato não vê o pouco tempo disponível ao PSOL para as propagandas em tevê como empecilho. O fato, acredita, será compensado pela "credibilidade" que o partido possui. Para ele, nem mesmo a recente disputa pela presidência da legenda entre Plínio Arruda Sampaio e Martiniano Cavalcanti é um elemento que depõe contra o PSOL. "Diferentemente de partidos grandes, como PT e PSDB, o PSOL não tem dono. Somos pessoas que aceitam o debate, a divergência de ideias", minimiza. Celg Segundo o pré-candidato, a atual polêmica em torno da Celg está excessivamente restrita às dívidas, quando a autarquia tem direito a receber recursos de outros órgãos. "Os ativos a que a Celg tem direito a receber dão para pagar as dívidas", assegura. Assim como o pré-candidato Marconi Perillo, Fraga relembrou o episódio da venda da usina de Cachoeira Dourada como fator decisivo para o desequilíbrio financeiro do órgão. Respondendo a pergunta de um internauta sobre o Eixo Anhanguera, Fraga ressaltou que é preciso reduzir o lucro das empresas que operam o sistema de transporte coletivo - área em que, para ele, deveria ganhar a concorrência de mais cooperativas, a exemplo da Cootego.
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Envie seu comentárioQuinta-feira - 10/06/2010 - 15:11
Marconi explica rompimento com Alcides e gastos públicos Tucano falou ainda sobre o Centro Cultural Oscar Niemeyer e a UEG
Marconi Perillo foi o convidado desta quinta-feira (9) na série de entrevistas que a rádio CBN Goiânia (97,1 FM) realiza esta semana com os pré-candidatos ao governo do Estado. Um dos assuntos mais fortes da sabatina, coordenada pelas jornalistas Karine Pinheiro e Cileide Alves, foi sobre o rompimento do senador com o governador Alcides Rodrigues (PP). O internauta Antônio Geraldo Ananias Bento perguntou a Marconi por que o tucano rompeu com Alcides, já que o pré-candidato nega o déficit de 100 milhões e o endividamento da Celg. "Estes não são os motivos, são as desculpas", ressaltou. Ele desconversou, disse que prefere não focar no passado, mas acusou o governador de traição. "Quando você quer conhecer verdadeiramente uma pessoa dê a ela dinheiro ou poder", parafraseou. Marconi começou a entrevista justificando a nova candidatura depois das críticas que fez ao PMDB por ter ficado anos no governo do Estado. "Há dois anos tenho sido convidado e percebi que havia um desejo de continuidade dos projetos lançados durante meu governo", justificou. O peessedebista governou Goiás entre janeiro de 1998 e março de 2006. A jornalista Cileide Alves questionou ao pré-candidato o significado do slogan da campanha tucana "Tempo Novo com Mudança". Marconi citou as mudanças tecnológicas do mundo e disse que seu foco em Goiás seria a era digital. "Vamos dar ênfase ao governo digital, com investimentos maciços em banda larga", prometeu. Sobre o controle de gastos públicos, ele rebateu as críticas do governador Alcides Rodrigues e do pré-candidato do PMDB, Iris Rezende. Segundo ele, nas suas gestões, o Estado pagou R$ 5 bilhões de dívidas externas do Estado. "Em 1994, tínhamos uma despesa empenhada a pagar de 30%, em 2006 esse número caiu para pouco mais de 6%". Sobre o déficit do Estado, o pré-candidato disse que a CPI do Orçamento deve esclarecer a questão. CPI da Celg O internauta Francisco Oliveira questionou a indiferença do pré-candidato às obras do Estádio Olímpico e do Centro Cultura Oscar Niemeyer. Marconi negou que o centro cultural tenha sido entregue inacabado, "faltava 1% de detalhes". Ele culpou "pequenas pendências" pelo fechamento do centro. Sobre o Estádio Olímpico, ele disse que deixou a estrutura intacta. "O estádio foi demolido quando eu não era mais governador". João Carlos Mendanha, do Setor Oeste, em Goiânia, perguntou sobre a aliança com o DEM não funcionar em Goiás. O internauta acusou Marconi de ter esvaziado a sigla ao convidar membros para o PSDB. Marconi citou as eleições de senador e deputados federais pelo então PFL durante o seu governo como justificativa para negar a pergunta do internauta. Sobre a eleição presidencial, Marconi disse que pedirá votos para José Serra, pré-candidato do PSDB à Presidência da República. Os estudantes da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Ana Karine e Thiago Albernaz, questionaram a qualidade das unidades da UEG no interior. O tucano reafirmou que criou a UEG e culpou a redução de repassses para a universidade, o que, segundo ele, ocorreu nos últimos anos. O último entrevistado da série da CBN Goiânia será Washington Fraga (PSOL), nesta sexta-feira, a partir das 9h40.
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Envie seu comentárioQuarta-feira - 09/06/2010 - 17:16
Ênio Tatico diz que Educação e Saúde devem ser priorizadas Pré-candidato do PRP foi o terceiro convidado da CBN Goiânia
O empresário e ex-deputado federal Ênio Tatico (PRP) foi o terceiro convidado da série de entrevistas que a CBN Goiânia (97,1 FM) está promovendo com os pré-candidatos ao governo de Goiás. Influências familiares, a busca por legitimação de sua candidatura e prioridades em saúde e educação nortearam o encontro desta quarta-feira (9). No primeiro bloco do programa Papo Político, o pré-candidato foi sabatinado pelas jornalistas Cileide Alves e Karine Pinheiro. A representatividade de sua campanha, ainda pouco conhecida pelo eleitorado, foi um dos temas recorrentes. Mesmo pertencente aos chamados 'partidos nanicos', de pouca visibilidade, Tatico descartou qualquer tentativa de obtenção de vantagem política ou barganha. "Minha candidatura não é motivada por negociações. Tenho projeto para seguir do início ao fim do mandato e não vou recuar", garante. Mesmo na hipótese de não chegar ao segundo turno, o pré-candidato evita falar em possíveis coligações com outros candidatos O empresário, inclusive, vê com naturalidade o fato de o PRP, apesar da pouca tradição política em Goiás, encabeçar uma candidatura de maior fôlego como a do executivo estadual. Para ele, o prestígio conquistado por sua família no Estado é suficente para suprir a falta de consolidação anterior do partido. "O nome Tatico agrega valor ao partido porque temos serviços prestados ao Estado", argumenta. Ficha Limpa Quanto ao seu projeto de governo, o empresário reforçou que as áreas de saúde e educação devem ser priorizadas ao máximo e citou, como necessidades, o aumento salarial para professores e melhores locais de trabalho para médicos. No bloco destinado às perguntas dos ouvintes, o pré-candidato mencionou seu plano para o segmento de tecnologia da informação, que é oferecer, gratuitamente, internet a todos os lares goianos. A construção de um hospital regional para atender Santo Antônio do Descoberto, Águas Lindas e Gama é outro projeto na área da saúde. Sobre o desenvolvimento em regiões menos desfavorecidas, como o Norte e Nordeste goianos, sua estratégia é aumentar incentivos para a instalação de empresas e estimular parcerias com os municípios. A entrevista desta quinta-feira (10) será com o ex-senador Marconi Perillo (PSDB). Em seguida, na sexta-feira (11), é a vez do sindicalista Washington Fraga (PSOL).
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